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Mulher morta na fronteira é identificada por digitais

A mulher encontrada morta no dia 19 em uma área de mata às margens do Rio São João Mirim, em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai, foi identificada como Adriana Ortiz Carvalho, de 30 anos. A identificação foi feita por meio das impressões digitais.

Na tarde desta terça-feira (26), familiares estiveram no IML (Instituto Médico Legal) do município para o reconhecimento formal do corpo. O reconhecimento foi realizado pelo pai da vítima. Conforme apurado, Adriana estava desaparecida havia alguns dias e deixa dois filhos.

O corpo foi localizado em um matagal às margens do córrego, no fim da Rua Guia Lopes, na região do Jardim Estoril. Na ocasião, o delegado Lucas Calixto Sampaio Fernandes informou que havia indícios de que a mulher teria sido morta em outro local e posteriormente deixada na área onde foi encontrada.

Os exames periciais apontaram que Adriana apresentava diversos sinais de violência, incluindo cortes na região do rosto e queimaduras parciais. O traumatismo craniano aparece como a principal causa da morte nos levantamentos iniciais, mas a confirmação oficial ainda depende da conclusão dos laudos do IML.

A investigação segue em andamento na Polícia Civil. O caso foi inicialmente registrado como homicídio, mas a tipificação definitiva ainda será definida conforme o avanço das apurações e a conclusão dos exames periciais.