A gestão da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) divulgou orientações sobre o ponto facultativo da Quinta-feira Santa, dia 2 de abril. As informações estão na Instrução Normativa Conjunta nº 01-PROGEP/PROGRAD/GR/UFAL, dirigida a órgãos de apoio, unidades acadêmicas e campi fora da sede.
Os servidores, empregados públicos, contratados temporários e estagiários que optarem por aderir ao ponto facultativo deverão compensar as horas não trabalhadas. O período para essa compensação será entre 6 e 30 de abril de 2026.
Segundo o documento, a decisão de facultar a adesão cabe às chefias imediatas e/ou direções. Fica estabelecido que quem usufruir do ponto sem realizar a compensação no prazo terá descontos proporcionais em sua remuneração.
A compensação das horas pode ser feita até o limite de duas horas diárias para servidores, empregados públicos e contratados temporários. Para os estagiários, o limite é de uma hora por dia.
As chefias devem garantir o funcionamento dos serviços considerados essenciais, que não podem ser paralisados. Os trabalhadores que decidirem não aderir ao ponto facultativo devem cumprir sua jornada de trabalho normal.
Em relação às atividades acadêmicas, não haverá suspensão automática. Deve ser observado o Calendário Acadêmico vigente da universidade.
Caso ocorra ausência de professores, será obrigatória a reposição integral das aulas e conteúdos. As faltas de estudantes, principalmente por problemas com transporte intermunicipal, poderão ser analisadas individualmente, de acordo com as normas da instituição. Não haverá abono automático de faltas.
O documento completo está disponível para consulta. A medida busca organizar o período na instituição, alinhando as regras trabalhistas com o calendário acadêmico durante a Semana Santa.
Esse tipo de orientação é comum em instituições públicas federais, que precisam equilibrar o respeito a datas religiosas e municipais com a continuidade dos serviços e das atividades de ensino. A definição de prazos claros para compensação visa assegurar que não haja prejuízo à produtividade.
A Ufal mantém vários campi no estado de Alagoas, o que torna a logística de transporte uma preocupação válida para parte de seus estudantes e servidores. A análise individual de faltas, nesses casos, segue uma prática administrativa de considerar circunstâncias específicas.
